Córdoba, Espanha – Ponte Romana e Mesquita-Catedral

Uma perspectiva nocturna da ponte romana sobre o rio Guadalquivir e da Mesquita-Catedral.

Vila do Conde, Portugal

O capitão de mar e guerra a comandar a frota…

Portel, Portugal

Emblemática paisagem alentejana, com o casaria branco e o olival em fundo.

Londres, Inglaterra – Tower Bridge

A ponte mais famosa da capital inglesa a dar algum colorido azul aos tradicionais cinzentos do Tamisa e do céu londrino.

Costa de Caparica, Portugal

O merecido descanso dos “guerreiros”!

Ericeira, Portugal – Praia dos Pescadores

Tão bonita como historicamente famosa, pois foi daqui que o último rei de Portugal, D. Manuel II, se pisgou para o Brasil, aquando da implantação da República, em 1910. E agora ainda mais atractiva, já que os golfinhos parece que voltaram para ficar!

Aveiro, Portugal – José Estevão

José Estevão Coelho de Magalhães, de seu nome completo, nasceu em Aveiro em 26 de Dezembro de 1809 e foi um acérrimo defensor do liberalismo em contraponto ao absolutismo reinante no início do século XIX. Brilhante aluno, interrompeu o curso de Direito que frequentava em Coimbra, para se alistar no Batalhão de Voluntários Académicos e bater-se pela causa da Revolução Liberal, como fizeram Alexandre Herculano e Almeida Garrett. Esteve exilado em Inglaterra e na Ilha Terceira, nos Açores, tendo participado no desembarque do Mindelo. Foi condecorado pelo Imperador D. Pedro com o Grau de Oficial de Torre e Espada como reconhecimento pelos seus feitos, nomeadamente, e entre outros, na participação da defesa da cidade do Porto, em 1833, onde se bateu corajosamente. Com o fim da guerra civil e com a vitória liberal, termina o seu curso e inicia a sua actividade política e jornalística com grande destaque. Em 1841, fundou a “Revolução de Setembro”, o jornal mais importante da imprensa liberal de então. Na sequência da revolta da Maria da Fonte, participou na Patuleia (guerra civil iniciada em 1846 entre cartistas e uma coligação contra-natura de miguelistas e  setembristas), integrando o exército rebelde de setembristas que operava no Alentejo. Faleceu em Lisboa, em 4 de Novembro de 1862, aos 52 anos. Na lateral da estátua podem ver-se alguns dos mais notáveis discursos por ele proferidos.