Pulo do Lobo, Mértola, Portugal

O Pulo do Lobo fica situado a norte de Mértola no Parque Natural do Vale do Guadiana. Neste local o rio Guadiana atravessa uma garganta rochosa muito apertada e algo inclinada, provocando uma passagem rápida e barulhenta das suas águas que depois desaguam num lago de águas calmas. O nome do local deriva precisamente de uma lenda que reza que um lobo em caça transpunha as margens rochosas de um só pulo.

Casamatas de Bock, Cidade de Luxemburgo, Luxemburgo

A história das casamatas remonta a 963 quando o primeiro conde do Luxemburgo, Sigefroi, construiu o seu castelo na região do Bock, local onde a cidade consequentemente nasceria e a partir do qual se desenvolveria. De forma a proteger as suas terras contra os invasores, começou a construção desta fortificação que se expanderia ao longo dos séculos até atingir os 23 quilómetros de túneis escavados na montanha e a capacidade para albergar 1200 pessoas. Ao longo de mais de mil anos, esta estrutura defensiva teve um papel extremamente importante nos vários acontecimentos históricos que se foram desenrolando, tornando-se fastidioso enumerá-los ou mesmo destacar algum. Em 1994, as Casamatas de Bock foram consideradas Património Mundial pela Unesco.

Obelisco de Luxor, Paris, França

Com 24 metros de altura, 227 toneladas de peso e mais de 3300 anos de história foi oferecido pelo rei egípcio Mohammed Ali em 1831 como forma de homenagem ao francês Champollion, o primeiro a traduzir os hieróglifos escritos no obelisco que celebram a glória do Faraó Ramsés II. A pirâmide dourada de 3,5 metros no topo, foi acrescentada em 1998 e é feita de bronze e coberta de folhas de ouro. Está localizado na Praça da Concórdia, um dos lugares mais visitados e fotografados de Paris.

Ruínas Romanas de São Cucufate, Vidigueira, Portugal

Datadas do séc. I d. C., são consideradas como um centro de exploração agrícola que foi crescendo até ao séc IV, compostas pela residência do proprietário e respectivas instalações para transformação e armazenamento dos produtos agrícolas. Após o declínio do Império Romano, o lugar continuou a ser habitado até ao séc XVIII, aproveitando-se a riqueza dos solos e a abundância de água.